23 de fevereiro de 2016Lifestyle

Get inspired com pipoca: The Danish Girl

Passei aqui pra dizer que há tempos que eu não via um filme tão elegante como Danish Girl. Não pela sua bela fotografia (maravilhosa!) ou incrível figurino dos personagens, mas pela sensibilidade em contar uma história tão intensa de forma tão delicada e ao mesmo tempo tão corajosa. Fomos ensinados a associar relacionamentos à um contexto bastante restrito e eu acredito nunca ter visto uma real história de amor como essa aí de baixo ser contada.

Acho que como mulher, fiquei muito tocada pela generosidade do personagem de Gerda Wegener, vivido pela linda (to meio obcecada) Alicia Vikander. Pra mim, ela deu vida e nos apresentou ao verdadeiro amor incondicional, que respeita, apoia e é cúmplice acima de tudo. Um sentimento tão profundo que se desfaz das mais difíceis amarras e compreende que, por mais doloroso que seja, o lugar do outro pode não ser ao seu lado. Gerda continua a amar Einar mesmo quando ele se torna Lily, mesmo quando ele desmorona tudo aquilo que ela entendia e reconhecia como ideal ou até mesmo correto.

Ao mesmo tempo, fico arrepiada só de olhar pra uma foto do Eddy Redmayne no papel de Lily. Sinceramente, não consigo lembrar de algum outro ator tão especialmente delicado e sensível. A forma com que ele levou essa história é de emocionar os mais desacreditados. E eu, que vi o filme há dois dias atrás não consigo parar de pensar, repensar, ver o trailer e pesquisar sobre a vida desses personagens da vida real, que abriram os olhos e caminho pra vida de tanta gente.

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  1. Laura Dayrell, 23 de fevereiro de 2016 - 15:26

    Amei o filme também ! Percebi ali o amor como arte ! Fomos criados a imaginar um amor padrão, e o filme quebra isso. Mostrando que assim como a arte o amor pode ser sentido e vivido de forma particular !

    • Gabriella Magalhães, 23 de fevereiro de 2016 - 18:04

      É isso mesmo Laura! Pra mim, a gente tem que sempre se questionar e entender que, muitas vezes, não nos encaixamos no padrão. As sensações (e vida!) são só nossas!
      Beijos beijos

  2. mara, 23 de fevereiro de 2016 - 18:22

    Vi o trailer e pude perceber a delicadeza com q o tema foi abordado e deu muita vontade de assistir. Mas, o q mais me chamou a atenção foi a delicadeza da blogger em registrar o filme na postagem, aliás, tudo q vc trata aqui, acho pouco, viu, é de uma sutileza e delicadeza q não tem precedente na blogosfera, se considerada a pouca idade, cronológica, q fique claro, q deve ter. Tudo é enfocado de uma maneira tão especial, tão sentida, ou q faz tanto sentido, q tudo q faz, tenho sempre a impressão ao ler o q escreve, q é parecido com a sua imagem, com os seus traços, com o q vc, como pessoa, deve ser. Como acho vc linda!

    • Gabriella Magalhães, 26 de fevereiro de 2016 - 10:33

      Oi Mara, tudo bom?
      Nem sei como agradecer os seus elogios! Tenho bastante cuidado com o meu blog. Por ele me ser bastante especial, eu não gosto de banalizar com conteúdos vazios e que eu não acredite valer a pena. Mas a gente nunca acha que as pessoas percebam essas sutilezas e, quando isso acontece, é muito gratificante! Eu interpreto muito do que você falou como coerência e, pra mim, não existe elogio maior do que esse. Obrigada mesmo!
      Beijos e pode voltar sempre! 🙂

  3. Jaqueline, 25 de fevereiro de 2016 - 20:46

    Concordo. Fiquei tocada com o amor incondiciona de Gerda.

  4. Mara, 26 de fevereiro de 2016 - 12:44

    Querida, vc passa isso mesmo, e pra gente da banda de cá é um deleite!
    Nada é banal, até o encontro perfumado com um novo aroma é especialíssimo, louca para testar o Santal 33. O Bergamota, que caiu nas graças do seu amado, caiu nas minhas também, eu já usei um frasco, há dois anos, bom demais!
    Um forte abraço

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