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8 de junho de 2017Lifestyle

O grande dia! #unmatrimoniofelice

E pra celebrar as nossas bodas de dez meses de casados (!!!), decidi que esse post não podia mais ser adiado. Confesso que não foram poucas as vezes em que, revivendo tanta coisa, meus olhos se encheram de lágrimas ao longo desse processo. Foi maravilhoso identificar, com ainda mais clareza, o sentimento de satisfação pela coragem de ter conseguido encarar essa fase da maneira com que eu mais acreditava, mas que por tanto tempo me pareceu tão distante. Sei que é complicado entender de fora quando associo esse período à situações tão profundas, mas é que, por aqui, os meses que antecederam o nosso casamento representaram uma fase de transição muito importante. Olhando pra trás, foi mesmo um rito de passagem onde consegui me submergir num futuro melhor, numa mudança de página, num rescrever de uma nova história. O que fica é uma espécie de auto gratidão pela determinação de ter seguido em frente, olhado pro que importava e ultrapassado tanta coisa por um bem maior. Espero que vocês consigam sentir um pouquinho do que foi essa fase tão linda, intensa e importante das nossas vidas.

Começando então por um setor um pouco mais suave, independente do nível de ansiedade reduzido em relação ao visual que tenho vivido, não deixei de ser noiva, e não é que eu não seja uma pessoa ligada nos assuntos de beleza, não é mesmo? O Michel foi uma escolha muitíssimo bem calculada nesse sentido. Depois de alguma pesquisa percebi que, além deu precisar de uma pessoa tão ou mais perfeccionista do que eu, uma personalidade especificamente mais calma também faria a diferença pra esse meu momento cabelo & maquiagem. Sei o que funciona em mim e não faço o tipo indecisa, mas tenho um olho super detalhista, sou bem chata com acabamento e ainda sabia que não estaria à vontade com alguém que não fosse de um perfil mais discreto. Fiquei totalmente satisfeita com a minha escolha e tenho certeza de que, muito dificilmente, outro profissional teria me deixado tão tranquila.

O meu vestido, por incrível que pareça, também foi um departamento de pura calmaria. Assim como com a beleza, eu sabia o que queria e consegui encontrar alguém que entendesse e materializasse os meus desejos de forma bastante orgânica. A Wanda foi a primeira e única pessoa que visitei. Na nossa primeira reunião, depois de algumas horas de conversa e trocas de referência, já saí com tudo fechado. É engraçado como ouvi sobre meu vestido ter sido diferente mas, não sei se por ele me fazer tanto sentido, tenho uma impressão bastante “normal” dele. Ele pode ter sido diferente do que a maioria opta, mas foi bem coerente com as minhas fontes e inspirações. Nunca quis um vestido conceitualmente fora do comum, a minha ideia sempre foi a de algo que me representasse. A ideia de fazer qualquer coisa por fazer e simplesmente seguir um padrão sem questionamentos me incomoda em qualquer que seja o âmbito.

Falando mais um pouquinho sobre esse momento “horas-que-antecedem”, vale dizer que me permitir um tempo mais introspectivo foi de extrema importância pra mim. A única pessoa que ficou comigo enquanto eu me arrumava, além do maquiador e assistente, foi a minha mãe. Ao contrário do noivo que teve a companhia de vários amigos, eu priorizei um pouco mais de silêncio e sossego. Foi um período de reflexão e tranquilidade essencial pra eu me conectar comigo mesma. Não entrei em nenhuma rede social, ouvi minhas músicas preferidas e internalizei aquilo que estava pra acontecer. Amei a minha decisão e faria exatamente dessa forma novamente. Eu sou assim, preciso disso e, graças à Deus, consegui ter a sabedoria de me ouvir nessa hora.

Outro ponto que acho legal dividir foi que, enquanto elaborava os meus votos ainda no Brasil, percebi algumas coisas que queria dizer pro Fernando mas não necessariamente na frente de todo mundo. Comprei um par de abotoaduras que combinava com o terno dele e levei pra mandar de presente enquanto ele se arrumava. Dentro da sacola, coloquei uma carta com a introdução daquilo que li mais tarde na cerimônia. Me lembro que, na hora, imaginei que ele estivesse tão pilhado com os meninos que nem conseguiria se concentrar em ler o que escrevi e, por isso, mandei o presente sem maiores expectativas. Já fiquei super feliz ao chegar no altar e vê-lo usando as abotoaduras, mas foi quando um dos nossos amigos me parou na festa pra mostrar um vídeo do Fernando (e vários outros homens!) chorando diante das minhas palavras, que me senti realizada de verdade. Percebi ali que a minha mensagem havia, de fato, sido recebida.

Já a nossa cerimônia, ouso dizer ter sido um dos segmentos mais complicados de todos. Digamos que, enquanto em várias outras áreas eu sabia exatamente o que me deixaria satisfeita, lembro de me sentir empacada por meses a fio ao tentar delinear uma estrutura que me agradasse nesse quesito. Na verdade, eu amo cerimônias de casamento! Acho que quando são verdadeiras, legítimas e coerentes, nenhuma tradição da nossa sociedade consegue ser tão bonita. Me emociono de verdade, já passei muito mico e acho que exatamente por isso eu tenha me cobrado tanto. Apesar de nos considerar pessoas bastante espiritualizadas, não somos praticantes de nenhuma religião e, por esse motivo, sabíamos desde o início que a nossa cerimônia não seria conduzida por esses preceitos. Entendi que queria aproveitar umas das poucas oportunidade que temos na vida de falar com o coração sem ser piegas ou perder a atenção tão rapidamente. Afinal, na minha humilde opinião, são poucas as coisas que podem nos aproximar tanto de Deus (seja ele qual for) quanto essa permissão ao amor e às coisas verdadeiramente belas desse mundo. Foi a partir dessa ideia que começamos a compor aquilo que nos deixaria felizes e confortáveis em relação a esse ritual.

A filosofia por trás do nosso casamento foi a de que ele só precisava fazer sentido pra gente. Nós não tivemos padrinhos porque não vimos fundamento no potencial de chateação e preferimos acreditar que os amigos de verdade sabem da sua importância independente dessa validação. Eu não usei véu porque, apesar de considerá-lo visualmente bonito, não consigo desassociá-lo a uma questão religiosa que, no meu caso, não existia. Entrei sozinha porque a ideia de ser conduzida por alguém e entregue ao Fernando não me fazia sentido perante uma história já tão estabelecida e com decisões tão pessoais – ao mesmo tempo, convidei minha mãe a me dar as mãos no meu caminho até a entrada da cerimônia, julguei que, se um dia me senti preparada pra andar com minhas próprias pernas, foi por mérito de todo o amparo que ela me ofereceu pra que eu chegasse lá. Falamos um pro outro em voz alta aquilo que gostaríamos que todas aquelas pessoas queridas também ouvissem. Chamamos uma das irmãs do Fernando pra dizer o que ela achasse coerente diante de tantos anos de participação generosa em nossas vidas, e convidamos a minha irmã, também tão presente, pra entrar com a Laurinha (nossa mascote e filha da cunhada que tinha acabado de falar) levando as nossas alianças. Todos esses elementos foram conectados da forma mais leve possível pela Raquel Polato, celebrante brasileira que mora na Itália e conduziu esse nosso ciclo de forma mais do que cuidadosa.

Entrando na temática decoração, não tem muito a ver comigo e nem com a proposta de um casamento na Toscana, aquela estética dura e engessada que vejo tanto por aí, quando o assunto são flores e arranjos em geral, eu sempre prefiro fluidez e movimento. Esse foi o “briefing-base” que passei às minhas decoradoras maravilhosas da Tearose (elas foram mesmo incríveis!). Queria um casamento no campo que parecesse com um casamento no campo. Falava que a ideia era deixar os convidados na dúvida se os detalhes já estavam ali ou se tinham sido colocado para a ocasião e, pra atingir esse objetivo, tudo precisava ser o mais natural possível. Eu fazia questão de bastante verde mas de nenhuma flor específica, preferi escolher o que mais tinha a ver comigo dentro da disponibilidade da estação na região, sabia que isso resultaria em flores muita mais bonitas e baratas. Tivemos jasmim, astilbe, scabiosa, hortênsia selvagem, delphinium, ammi majus, garden e english roses. Ao invés de comprarmos todas as flores cortados pra então montar os arranjos, optamos pela maioria ainda plantada nos vasos de barro, achei super chique e bem mais contemporâneo usá-las dessa forma. Além disso, a Tearose também tinha um ótimo acervo de móveis com uma estética mais limpa e menos tradicional, exatamente do jeito que eu queria e bem na nossa cartela de cores.

Logo após a cerimônia tivemos um coquetel com o show de uma banda de jazz inteira selecionada pelo noivo. Aliás, não só esses como todos os músicos dos três dias de eventos que organizamos, foram selecionados pelo Fernando. E não se enganem em achar que estou sendo generosa, foi mesmo um projeto musical estratosférico pelo qual ele ficou 100% responsável e escolheu todos os mínimos detalhes. Até a música da minha entrada foi ele quem sabiamente sugeriu. Do mesmo jeito que toquei a nossa decoração sozinha, nunca participei de nenhuma reunião sobre música. Acreditamos no know-how do outro (sim, ele provavelmente sabe mais de música erudita do que a princesa da Áustria) e por isso dividimos as tarefas de forma que tínhamos autonomia ao mesmo tempo em que confiávamos no bom senso alheio em relação a possíveis consultas de algo relevante. Pra gente, essa foi a melhor forma que encontramos. E para as moçoilas que acham que homens não participam, digo que o meu noivo não cuidou apenas de toda a nossa música mas de qualquer tramite que envolvesse viagem dos convidados, logísticas do nosso hotel que foi fechado e a organização completa da nossa lua de mel. Aqui nesse casamento relacionamento a gente tenta estar sempre um do lado do outro, trabalhando em pé de igualdade.

A nossa festa começou ao som do Stéphane Pompougnac, DJ que o Fernando admira há anos e que é conhecido por um estilo house-lounge que julgamos perfeito pra começar a esquentar a pista. Foi ele o responsável pelo segundo momento mais emocionante daquele dia pra mim. Tínhamos programado uma queima de fogos (todo o nosso casamento foi ao ar livre, incluindo a festa com direito a céu estrelado) na virada do primeiro pro segundo DJ e o noivo, logicamente, já tinha passado algumas ideias pro Stéphane sobre as músicas que julgava funcionar para aquela hora. Eu estava apenas radiante aproveitando a minha festa (chorando de emoção a cada intervalo de 15 minutos), quando de repente a luz ficou mais baixa, a música parou por um segundo e só escutei o som daquele estouro subindo (eu tinha, no meio de tanta excitação, simplesmente esquecido que teríamos fogos  – algumas pessoas até vieram me perguntar depois se tinha sido surpresa pra mim, tamanha foi a minha perplexidade). Corri pra achar o Fernando na pista e, de repente, em perfeita sincronia com o céu, a versão mais linda e apropriada de Purple Rain começou a tocar: o Stéphane produziu de surpresa uma versão exclusiva da música só para aquele nosso momento. Juro, sabe quando você quer guardar alguns segundos pra sempre numa caixinha? Foi uma felicidade tão intensa que não cabia no peito!

Pra terminar, queria dizer que, apesar de todo casamento ter uma lista enorme de fornecedores e mil e um detalhes que eu poderia sub dividir em sei lá quantos posts, preferi me ater aqui ao que julguei essencial. O nosso casamento só pode ser completamente nosso porque nossos pais foram tratados como convidados e não como terceiros elementos dentro das salas de reuniões. Esse foi, sem dúvida, o fator responsável por toda a flexibilidade na hora de fazermos aquilo que acreditávamos, mas entendo que cada família tem a sua dinâmica e nem sempre é possível considerar apenas a vontade dos noivos. O que costumo dizer pra todas as noivinhas que já entraram em contato comigo: dedique-se para que tudo aquilo que te importa passe por você e tenha sido uma decisão sua ao invés de uma imposição da indústria, mas não deixe que essa nem nenhuma outra festa torne-se maior ou mais importante do que o seu bom humor, seu bem estar ou até mesmo do seu relacionamento com seu noivo. Tente desfrutar do processo. Dependendo do quão controladora você é (e digo isso por experiência própria), esse momento pode ser bastante estressante. Não permita que isso aconteça e lembre-se sempre que aquilo que mais vai te importar quando tudo isso passar é a interação e troca de olhares que você estabeleceu naquele dia com o seu noivo e pessoas que ama. Digo isso do fundo do coração de uma pessoa perfeccionista, porque nenhum elemento físico pode ser mais importante do que a nossa real presença. Torço pra que tenham curtido mais esse pedacinho do #unmatrimoniofelice e me escrevam de volta se sentirem vontade. No próximo post mostro o vídeo final do nosso dia!

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  1. Lydia Alves, 8 de junho de 2017 - 12:58

    Não é verdade que os pais foram tratados como convidados ( e sei exatamente a que o texto se refere), pois eu fui convidada de honra. Um dos momentos mais inesquecíveis e ímpares da minha vida foi estar me arrumando com a noiva mais linda do mundo. E conduzir esta noiva até o início da nave foi uma honra e uma imensa satisfação, seguido do sentimento de missão cumprida.
    Vale dizer, que essa missão não é , de forma alguma, casar uma filha, pois esse nunca seria um objetivo de vida para mim. Mas sim um ato de reconhecimento por tudo que fiz – e sempre farei – por um filho, na eterna esperança de que seja muito feliz.
    E creio que você seja, e agora será mais ainda, porque um filho é uma janela para um novo mundo repleto de dúvidas, mas também de imensas alegrias, como foi seu casamento.
    Creio que ainda ha tempo de desejar felicidades aos noivos…e aos novos pais!

    • Gabriella Magalhães, 21 de junho de 2017 - 13:44

      Te amo, mommys!!!

  2. Marina Monteiro, 8 de junho de 2017 - 13:12

    Estou sem palavras para conseguir expressar minha admiração por você e pelo seu casamento! Que delícia é poder ler cada palavra escrita com tanta delicadeza.
    Hoje em dia é tão difícil encontrar uma celebração de união que seja fiel a essência dos noivos. Afinal, nada mais autêntico e propício para este momento do que um acontecimento que seja pensado nos mínimos detalhes, condizentes com o que os noivos gostam e acreditam, sem influências da “industria casamenteira” e a padronização dela.
    Que você sejam eternamente felizes! E parabéns pelo baby!

    • Gabriella Magalhães, 20 de junho de 2017 - 18:36

      Marina, fico feliz que tenha gostado. O meu intuito é mesmo mostrar um pouco dessa liberdade que nem sempre conseguimos enxergar no olho do furacão. O importante mesmo é que sejamos felizes e satisfeitos com as nossas escolhas! Super obrigada pelo carinho!

  3. Mariana Queiroz, 8 de junho de 2017 - 14:11

    Gaby,
    Acho que já comentei alguma vez, em algum post, que, embora a gente não se conheça pessoalmente e não tenha vínculos além dos profissionais, eu não canso de achar lindo e inspirador o seu olhar para a vida. Eu, que sou conhecida como A Louca do Casamento, mais uma vez, li sobre o seu casamento com os olhos cheios d’água. É isso! É exatamente isso o que eu sempre sonhei e continuo acreditando para o meu casamento (o significado, a leveza com que organizaram e viveram essa fase, essa presença de “Deus”, os padrinhos/amigos/família/pais-convidados, o caminho para o altar, o viver o momento…). Parabéns pelos 10 meses de casados e muito obrigada por dividir tudo isso com a gente. <3

    • Gabriella Magalhães, 20 de junho de 2017 - 18:41

      Mari querida, já te escrevi uma vez mas quero deixar registrado por aqui também: super obrigada (de coração) pelo seu carinho! Significa muito pra mim saber que tem gente (e algumas ainda mais próximas como você!) que se identifica e fala “a minha língua”. Obrigada mil vezes pela força!

  4. Ana Sofia, 8 de junho de 2017 - 14:49

    Eu fico até sem palavras para esse post que esperei tanto <3 a essência desse dia é tudo o que busco para o meu: um dia que tenha a nossa cara, em que nada tenha sido imposto a nós, e que seja uma celebração genuína do nosso amor e da nossa escolha de permanecer juntos.

    Que post inspirador, que fotos maravilhosas e que palavras lindas. Já até mandei pro meu noivo ler também rsrs

    Um beijo e muita prosperidade nessa nova fase de futura mamãe. Adoro acompanhar o blog e mal posso esperar para ver, quem sabe, uma nova Gabriella florescer por aqui também.

    • Gabriella Magalhães, 21 de junho de 2017 - 13:50

      Ah Ana, que fofa você! E que honra de ter sido “apresentada” pro seu noivo! Tenho certeza que o dia de vocês será lindo!
      Volte sempre e muito obrigada pelo carinho!

  5. Laura, 8 de junho de 2017 - 18:17

    Gabriella,
    Sou muito fa do seu trabalho ! Quanta delicadeza em cada detalhe, em cada palavra. Ja comentei aqui outras vezes, e estou organizando o meu casamento, esperei muito por este post ! E hoje, ja consigo ver melhor o real motivo da minha festa de casamento. Seu casamento fez tanto sucesso no Pinterest porque ele e a celebração do amor, sem exageros, sem pompa. Assim como quero que o meu seja. Muito amor para voces nestes 10 meses !
    Eu consigo imaginar (bem pouco), o quanto sua vida esta virada com a chegada do baby, mas nao some daqui nao !

    • Gabriella Magalhães, 21 de junho de 2017 - 13:53

      Oi Laura! Pode deixar que não vou sumir não!
      Fico muito feliz que você tenha gostado do post e, mais ainda, que ele tenha aparecido num momento tão especial da sua vida. Tenho certeza que o seu dia será maravilhoso!!!

  6. Marilia, 9 de junho de 2017 - 12:52

    Me senti lá de novo com esse post <3
    Um quartinho inteiro do meu coração é ocupado pelas emoções desse dia! E adorei minha mini participação nas fotos, grudada na cabine do DJ que nem fiquei por pelo menos 8 das 12h de festa, hahaha!
    Saudades de tudo!

    • Gabriella Magalhães, 21 de junho de 2017 - 12:51

      Amiga linda, sua participação não foi nada mini e nunca será esquecida! Vocês moram em nossos corações e amamos tê-los conosco!

  7. Amanda Carrera, 9 de junho de 2017 - 13:03

    Nossa, lendo o seu relato e vendo as fotos, imaginei como esse dia foi perfeito e me lembrei do meu casamento. Queria eu ter lido isso antes, faria tudo diferente. Dias antes do meu casamento eu chorava estressada e não parei nenhum momento para pensar nas escolhas que estava fazendo para aquele dia. Acho que deixei tudo no automático, e apesar da festa ter sido bacana, não a senti (deu pra entender?!?!) Queria ter vivido de verdade toda essa fase e ter feito escolhas mais bem pensadas. Seu texto me fez pensar muito na forma como estou vivendo, e que eu tenho que prestar mais atenção na minha vida, nas minhas escolhas, e ver o que me interessa de verdade e o que já virou algo automático. Seu blog como sempre me fazendo refletir, e até um relato do seu casamento me trouxe pra algo mais profundo em mim.

    • Bruna, 9 de junho de 2017 - 17:48

      Que texto lindo! Vc escreve mto bem! Parabens e mto sucesso!

      • Gabriella Magalhães, 21 de junho de 2017 - 13:58

        Obrigada Bruna!

    • Gabriella Magalhães, 21 de junho de 2017 - 14:23

      Amanda querida, nem sempre temos a maturidade que gostaríamos na hora de encarar todos os momentos importantes das nossas vidas e, quer saber? Tudo bem! Se me permite, gostaria de te dizer pra tentar ser o menos dura possível consigo mesma (digo isso por ser um exercício que tento constantemente colocar em prática). Veja o meu caso, tive uma celebração de casamento muito verdadeira, mas percorri um longo e árduo caminho pra isso ser possível – e se ela tivesse acontecido em qualquer outro momento desses oito anos de relação, sei que não teria sido da forma que gostaria (você conhece alguma mulher super bem resolvida em ter esperado oito anos pra se casar? Rs eu também tive o meu ônus!). O que quero dizer é que cada coisa tem o tempo certo de acontecer. Pra mim, você já tem o mais importante: o reconhecimento da vontade de fazer diferente. Isso é o que move a gente adiante!
      Beijos com muito carinho pra você!

  8. Marianne, 13 de junho de 2017 - 20:33

    Gabi,
    Já te acompanho e te admiro há algum tempo, mas essa é a primeira vez que escrevo por aqui. Também sou noiva e o seu texto representa exatamente o que queremos para o nosso casamento. Leveza e significado. Obrigada por compartilhar, do fundo do coração! Aguardamos ansiosamente pelo vídeo.

    Beijos,

    Mari.

    • Gabriella Magalhães, 5 de julho de 2017 - 12:11

      Oi Marianne, obrigada você pela visita! Volte sempre! ♥

  9. Samara, 24 de junho de 2017 - 1:34

    Gabi , as suas palavras me fizeram sentir como convidada em seu casamento . A cada post eu aguardava o outro mais e mais . Quero agradecer por nos mostrar o que verdadeiramente importa nesse dia tão especial. Meu ideal de casamento mudou muito e , em parte , graças a você e seu belíssimo casório . Felicidades e que Deus os abençõe.

    • Gabriella Magalhães, 28 de junho de 2017 - 12:22

      Samara, que delícia saber que você pode se sentir mais próxima da gente! Tão bom saber que tem gente que gosta de ler esses meus textões hahaha! Obrigada você pelo carinho e pelas visitas, fico muito honrada de poder ter contribuído um pouquinho pra essa sua transformação de visão.
      Beijos e, mais uma vez, obrigada!

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